Fala aí, seus inexistentes. Espero que estejam todos muito bem. Estou um pouco ausente, como vcs podem ver. Mas estou em uma fase de dedicação a Joguinhos eletrônicos, como acho que já falei pra vcs. E como as coisas estão sob controle, resolvi me dedicar de coração, de novo, a esse joguinho. Não estou deixando nada importante de lado e estou confiando na minha capacidade de resolver problemas. Quando aparecerem, eu dou atenção a eles.
E, estranhamente, os problemas parecem bem menores agora, ainda que sejam os mesmos de sempre. Aliás, também estou exercitando meu direito de resolver problemas quando eles aparecerem. Não quero ficar me preparando pra resolver problemas que podem nunca acontecer.
Claro que precisamos estar atentos a bons momentos para solucioná-los. Tem momentos em que é mais fácil resolver um problema que antes pareciam mais difíceis. Não perder as oportunidades faz todo sentido seguindo esse raciocínio.
Estou com uma questão relacionada à minha filha na minha cabeça, mas isso não é um samba do crioulo doido. São questões válidas e importantes de adolescentes, mas que ela tem uma profunda dificuldade em analisar e valorizar a si mesma. A pergunta dela se baseia nessa questão: se ela fosse mais autoconfiante, se olhasse para quem ela é, não precisaria se preocupar com isso.
Claramente isso tem uma influência externa, a qual ela é muito sujeita. Eu também achava que não era e ficava puto quando alguém falava isso pra mim. Soava como uma injustiça extrema. Hoje eu já vejo diferente. Tenho (tinha) uma dificuldade grande em lidar com a minha frustração. Hoje me sinto muito mais seguro em lidar com as dificuldades da vida, entendendo que o que vem tem a sua função.
Mais importante é tomar direções, fazer escolhas, que não te tirem do jogo, não te machuquem demais. Machucar sempre estaremos sujeitos. Mas precisa ser um machucado que com tratamento não vá gerar problemas futuros mais sérios e que demandem mais energia emocional.
E, de fato, eu posso estar errado. Mas tenho uma profunda convicção e respeito pela minha escolha, já que ela tem a intenção de ajudar. Pode estar errada? Claro que pode. Mas me fale qual escolha que ela não pode fazer no futuro, como adulta? Por que não esperar desenvolver uma maturidade mais segura, mais adequada, olhando para si mesma?
Porra de amizades.
Não sei o que fizemos pra que ela se sinta insegura, precisando desse apoio externo tão fortemente. Será que foi o excesso de atenção? Eu também tive isso, um pouco, mas não tanto. Sempre fui muito independente. Mas nós éramos em três e nem de perto tivemos a atenção que ela teve.
Sei lá. Não sou psicólogo da minha família. Estou aqui dentro, sou uma pessoa normal, tenho defeitos e qualidades e convicções. E até que elas sejam quebradas, é assim que vai funcionar.
Mas então, dando só um alozinho. Está tudo bem, tudo sob controle, operações também. Mercado resolveu subir um pouco, dando aquela melhorada temporária nas paradas, mas que eu sei que não é garantia e que pode dar merda de novo. Mas, se der, fazemos algo no momento que for possível.
Vamos que vamos. A vida está boa e tudo está dentro do plano de Deus e do meu plano. Que continue assim.
Valeu!!!
Não sei bem pra que, mas tem a ver com quem eu sou. E, de qualquer forma, os problemas que eu tenho estão tecnicamente sob controle.
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