segunda-feira, 23 de abril de 2018

Quem fala demais dá bom dia a cavalo


Pois é. Essa é o maior aprendizado desse final de semana. Carol Dweck fala que temos que ser capazes de aprender com os problemas, o tal do mindset de crescimento. Nesse caso que estou passando, não podia ser mais verdade.

Ainda que eu continue achando que não fiz nada demais, magoei outras pessoas. Até levei por isso. Mas não resolveu. O maior problema foi resolvido. Falta o menor. E não sei como fazê-lo.

E a reclamação dela procede mesmo. Estranho, logo eu com essa atitude. Isso é simples de resolver. Ainda mais dado o meu apetite.

Fica o recado pra vcs nesse post curtinho, já que eu preciso ir para o quartel. Se você for falar alguma coisa a alguém, não beba antes. Ajuda muito a evitar qualquer problema maior do que ele precisa ter.

Valeu.

sábado, 21 de abril de 2018

Dar conta dos problemas é humano - fugir também


Muitas vezes fugimos do problema porque simplesmente achamos que não vamos dar conta. Eu, particularmente, tinha esse modus operandi. Devo admitir que, de certo modo, não estou tão longe de continuar do mesmo jeito, ainda que de uma forma relativamente diferente.

Ao longo das últimas semanas mais especificamente e esse ano, mais amplamente, eu tive que fazer uma mudança na minha forma de pensar minha vida. Isso foi muito difícil, ainda está sendo, mas é importante pensar de forma mais racional sobre os problemas.

Eu tive a oportunidade de falar para vários pacientes essa semana que o que faz a depressão ir embora é o movimento, como faz tudo na vida ser melhor. Mas será que eu estava usando essa premissa pra mim mesmo ao longo dos últimos anos?

ALCANCE A ESTABILIDADE E ESCOLHA SAIR DELA






Por que buscar ficar estável se você deve escolher sair dela? Simples. A estabilidade não é algo duradouro em nenhuma atividade humana. Estamos sempre em constante mudança, nosso contexto muda, as pessoas mudam, nossos pensamentos mudam. A pessoa que eu fui 10 anos atrás, 5 anos atrás, não é a mesma que hoje.

Porém, quando você vive uma vida em que a instabilidade é constante, o que é possível, só precisa de uma ajudinha, a sensação de estar perdido é constante. Nada parece que irá permanecer, por mínimo que seja o tempo. E isso trás uma sensação de perda que pode ser complicada para muita gente. Para mim foi. E muito.

Minha cabeça é muito agitada. Penso muito, em muitas coisas, ao mesmo tempo. E era comum eu agir também dessa forma, tendendo a não parar pra ver o que está acontecendo, apenas reagindo, reagindo, muitas vezes de forma impulsiva. Instabilidade pura.

Robson, você está falando em equilíbrio? Sim. Mas um equilíbrio igual essa pedra aí em cima? Não, absolutamente não. Estou falando em equilíbrio de aprendizagem, de entendimento que as coisas mudam, mas que a estabilidade ela é apenas um meio para você crescer.

Assemelha-se, de certa forma, à noção de aceitação das coisas de maneira geral. O problema é que muitas vezes aceitar algo é visto, por muita gente, como algo que te leva à estagnação. Nada mais longe da verdade. Pretendo futuramente fazer um post só sobre isso. Mas é justamente o inverso: aceitar as coisas, entendê-las é deixar o mundo se movimentar da forma como deve ser.

Como assim? Há coisas que estão ao nosso alcance mudar e outras não. Quando você se prende ao que não consegue, acaba criando um efeito cascata e parando todo o resto que poderia, se vc aceitasse essa imobilidade temporária. Outros projetos podem ser colocados à frente. Até mesmo porque, algo que hoje pode ser que não tenha como ser mudado, pode acabar mudando com o tempo.

Como assim 2? Como eu falei, tudo muda, o contexto muda, as pessoas mudam, as cabeças mudam e aquela aparente e temporária imobilidade e impossibilidade de mudança deixam de existir. Ou porque nos tornamos melhores e melhores capacitados, gerando um efeito virtuoso de mudança que, em outro momento, não era possível.


sexta-feira, 20 de abril de 2018

Procrastinação consciente


O conceito de procrastinação, nome difícil pra enrolar pra fazer algo chato, é controverso. Eu tenho uma teoria: A gente não procrastina o que a gente gosta. O que vc acha disso?

Por outro lado, esse texto é justamente pra pensar a respeito da resistência que eu  estou tendo pra colocar a porra do artigo da garota no ar. E nem posso ficar puto com o chato me perturbando pra fazê-lo. Afinal, eu disse que ia fazer.

Mas o jeito imperativo dele me perturba. Não gosto de gente que quer mandar em mim. E é exatamente o que eu estou sentindo. Não pensei ainda pelo ponto de vista dele e, talvez, essa seja a grande questão.

Não estou disposto a pagar por algo que pra mim não faz sentido. Mas preciso entender que o cara não está tão errado assim. Mas que saco eu não ter vontade, tempo ou disposição pra fazer o que eu preciso. E, na verdade, vai ser bom pra todos nós.

Fato é que estou resistente e preciso aceitar que, dessa vez, o errado sou eu. De verdade. Naquele momento da reunião eu não aceitei o jeito dele, o tom de voz e quis espancá-lo. Mas, agora, não rola. O cara está certo e eu preciso engolir a porra do meu orgulho.

Afinal, fico reclamando das porra que acontece e, na verdade, acontece um montão de coisa legal na minha vida. Não que eu não valorize. Aliás, valorizo bastante. Mas tenho uma resistência do caralho a resolver problemas. Não tem jeito de eu lidar bem com esta merda. Que esquisito.

Enfim, estou aqui resolvendo se vou postar ou não a porra do texto hoje. E sei que se eu fizer isso vai dar bom. E eu ainda tenho tempo. Mas queria fazer outras coisas. No fim, se eu não abrir o olho, não vou acabar fazendo nada.

Falei ontem com a paciente que o que faz a depressão ir embora, entre outras coisas, é o movimento. Isso serve pra tudo. Até pra coisas pentelhas como essa que eu tenho que fazer.

Enfim, além de tudo ele quer uma reunião pra eu passar pra ele as coisas que tem que ser passadas. Acho justo. Afinal, ele lutou e foi atrás pra essa merda acontecer. Ok, preciso parar com a porra do orgulho. Merda. Mas ok.

ACEITAR TE LIBERTA


Joguei a toalha. Aceito que, dessa vez, o problema sou eu e minha resistência a admitir que estou errado. Mas estou. Tive oportunidades de resolver a coisa e acabei colocando em segundo plano. Não seria fácil, mas, como falei no primeiro parágrafo, não procrastinamos o que a gente gosta.

Vou arrumar um jeito de lidar com isso de uma forma boa. E, independentemente de qualquer coisa, fazer o que é certo. Aprender é foda, mas é o caminho. Afinal, eu trabalho com uma terapia que valoriza a aprendizagem.

Como diz a Carol Dweck, ficar pensando em esconder suas fraquezas não resolver porra nenhuma. Só faz vc ficar preocupado em não parecer idiota e, no fim, o tanto que eu gosto de aprender não fica facilitado.

Vamos lá então. Parar de merda e fazer o que é certo.

Valeu.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Começou cedo essa semana


Fala aí, pessoal. Estou de volta, com algumas novidades interessantes para relatar. Muitas delas eu relatei no caderno e ainda estou considerando colocá-las aqui em algum momento que achar pertinente. Mas hoje quero falar dos retornos e probleminhas que estamos enfrentando.

Tem problema que eu mesmo crio, com certeza, como por exemplo querer reavivar o computador velho do IPP. Isso me fez atualizar o sistema que está nesse computador que digito agora, sabe DEUS pra que. Comparado com o sistema com SSD, esse aqui está na idade da pedra.

Mas cá estou eu, atualizando um sistema com um hd lento. Mas não quero parar, ainda que eu esteja com uma vontade grande de colocar o seven aqui. Mais tempo perdido, não acham?

Enfim, não é sobre isso que quero falar, mas sim sobre os problemas que eu crio (ou que criam pra mim). O motivo de ter começado cedo hoje é por causa de um desses "problemas" : retornei para a escala de serviço rotativo. Ganho tempo, mas tem suas desvantagens, como trabalhar de noite. Essa noite não foi ruim, até.

A primeira noite eu trabalhei de 2:55 até 4 horas. Mesmo não sendo muito tempo, acordar no meio da madrugada acaba com qualquer um. Não sei se por emoção ou por hábitos ruins, eu demorei à beça pra dormir nessa primeira noite. Já viu como foi, né? Mas a gente aguenta.

Essa passada foi mais fácil, ainda que não tanto. Estou me sentindo com uma leve preguiça agora, mas não valia a pena dormir. Tive que ficar acordado até 06:30 e cheguei em casa pouco antes das 7 horas. Dormir ia me deixar mais acabado que estou (acho). Então resolvi produzir.

Mas não produzi muito não. Com as meninas aqui eu acabo me distraindo demais, ainda que eu tenha hoje dado extra-dose de Ritalina (para os padrões atuais). 30 Mg.

Tirei um pouco a pressão agora com uns filmes bem legais e me propus a produzir aqui. Isso porque considero escrever nesse blog produzir. Tenho várias coisas pra fazer, mas preciso me lembrar de tudo pra não deixar de lado.

Próxima missão oficial é ir no médico. Estou com umas dores que não gostaria no ombro e braço. Vamos ver se o Clayton é ponta firme ou é a moleza que nego fala que ele é. Espero que ele tenha uma postura de médico interessado, senão vou ter que marcar outro e, definitivamente, não estou a fim.

Como não podia deixar de ser, o próximo assunto é o consultório novo.

COISAS A FAZER E RETRABALHO CANSAM


Por causa dos eventos da semana passada e anterior, causadas em grande parte por causa da nossa querida e amada contadora, estamos às voltas com coisas a resolver. O problema é que ainda não consegui resolver as pendências do IPP para que, no mínimo, a chatonilda lá nos aprove.

Enfim, não tem jeito. Tem que ser comigo mesmo.

Além disso, fiquei muito puto DE NOVO com a porra da arquiteta. Mais dinheiro pra essa mulher. Essa merda não pára não? Espero que tenha sido a última coisa. O trabalho foi bem feito, mas tem um montão de ponta solta lá.

A maioria é fácil. Comprar um frigobarzinho, lata de lixo, copinhos de água pra gelar, etc. O foda são as coisas grandes. Não será tão difícil colocar o ar condicionado quebrado no carrinho e descer, mas a obra pra deixar embaixo da escada limpo será outro problema complicado. E quem vai fazer? Bingo, a arquiteta dedicada.

Tirei todo o chiquê que ela falou que estava na minha sala ( na verdade, não foi ela, foi o Lucas, design e afetado) e eu acabei com o conjunto da obra dele. Afinal de contas, aquela sala é de quem mesmo?

Bom, de todo modo, eu pretendo colocar as minha coisas lá. Mas ficaram os probleminhas de sempre.

As maçanetas estão com problemas. A questão do som da minha sala. A questão do telefone na sala de estar, feio pra caramba. O prego na minha parede de escrever. O retoque que o pintor tem que dar, segundo a Carol. E por aí vai.

Obra é uma merda. Maluco, se vc pensa em fazer uma obra, se prepara pra se incomodar, mesmo com arquiteto. Ou vc se incomoda com a obra ou com o arquiteto. Não tem jeito.

Fora isso ainda tem a porra do ar condicionado. Nunca pensei que fosse dizer isso de novo, mas graças a Deus esfriou.

E vai dor de cabeça. Se a documentação sair certa e sem estresse, já vai ser um grande passo.Acho que a Carol viajou mais pra que eu trabalhasse nessa bosta mesmo. Deusolivre. Mas, vamos dividir a porra do trabalho, também sou responsável por aquele espaço e pela resolução dos problemas, afinal.

Aliás, tem problema que eu nem queria, mas...

CHATICE NOSSA DE CADA DIA


Maluco, essa porra de ter que fazer as coisas é uma merda. Mas eu sou um cara que, se me disponho a fazer, não fujo. Mas fico puto. Talvez eu acabe aceitando que é melhor ou que eu não posso deixar de  fazê-lo. Afinal, assumi essa parte. Mas o cara chato.

Vou fazer a parte digital do site. Eu gosto disso. É meu interesse fazê-lo. Mas o foda é o cara encher o saco com coisas que eu já estou cansado de saber que não vai dar o que ele quer do jeito que ele quer. Mas enfim, vamos lá.

Mais tarde hoje eu faço isso. Acho que o melhor horário é na parte da tarde mesmo.Antes de eu ir buscar as meninas, claro.

Acho melhor eu dormir um pouquinho hoje de tarde, senão meu mau humor vai ser  foda de aguentar. E a dor nas costas pegando, sua linda. Mas não teve só chatice. Não posso reclamar de todo da semana. Seria injusto, não?

TUDO TEM OS DOIS LADOS


Pelo menos a questão de pacientes está equacionada. Aparentemente. Agora é o Imposto de renda na proa. Dureza. Espero que não dê a trabalheira que estou esperando, mas esse final de semana vou fazer logo tudo pra me livrar dessa bosta. Mas ter imposto pra fazer significa que valeu a pena trabalhar e ganhar esse dinheiro. É uma questão de antecipar, que é meu problema, não do IRPF.

Ter os pacientes vindo, principalmente os novos - mesmo que não respondam as mensagens - é um alento pra vc poder pagar as contas. Assim, as contas podem vir que você aguenta. Senão o desespero fica grande. Mas não é o caso.

Tenho agora que limitar os pacientes novos pra eu ter vida, senão to lascado. Quero usar o tempo livre pra ficar com meus amores, afinal.

Também gostei muito de escrever na minha parede. É muito bom "dar aula" como a Bianca falou. Rs. Afinal, a Terapia Comportamental é uma terapia de aprendizagem. Percebi uma boa receptividade dos pacientes. Eu  mesmo gostei muito.

Também estou menos na cisma de comprar o quadro branco. Não sei se o usarei o suficiente para comprar muito grande aqui. Sei lá. Vamos ver. Mas que é legal é.

Também percebi algumas mudanças minhas em relação a algumas coisas psicológicas, algumas constatações boas que pretendo relatar aqui em um outro momento. Crescer é bom, mas perceber e valorizar o crescimento é melhor ainda. E consegui inclusive escrever sobre isso.

Deixa eu conferir o horário do Ortopedista pra não me atrasar.

Ok, 11:30. Tenho tempo ainda.


Foi bom poder colocar meus livros lá. E, além disso, sinto uma sensação grande de pertencimento a aquele lugar. Acho que vale escrever um pouquinho sobre isso.

UM LUGAR PRA CHAMAR DE SEU


É a sensação que eu tenho no novo IPP. Lá estou me sentindo em casa, como nunca estive. Talvez seja o fato de eu ter contribuído da mesma forma que a Carol pra que ele existisse da forma como está hoje. Mas ter o meu lugar, não me sentir deslocado, é muito bom.

Eu gostava do Bigorrilho. Lá que me projetou para essa vida que estou hoje. Mas faltava algo. Não gostava quando tinha que sair do computador. Não gostava quando tinha que gastar pra pagar por uma tinta que não ia usar.

Tinha suas vantagens. O quadro branco e a sala de aula me fascinavam. Depois que veio o Divã eu conseguia tirar minhas sonequinhas lá. Mas isso era efêmero.  Não parecia ser meu. Parecia que eu estava fazendo um favor.

Nesse, além do sabor de ter uma garagem e não precisar lutar pra estacionar, minha sala me acalma e me refresca, me descansa e me afaga. É minha. Não quero deixar ela uma zona, mas ela precisa ficar a minha cara, né?

Me sinto assim no centro, ainda que agora eu não esteja tanto lá. Mas é bom saber que existem locais que te deixam assim.

O ambiente naquele local é bom. Enfim, me sinto como se estivesse aqui em casa.

Depois vou escrever sobre minhas reflexões sobre ir ou não para a reserva. Esse é um assunto importante pra mim e pretendo me debruçar sobre ele em algum momento.

De qualquer forma, estou muito desligado da sessão de instrução mesmo. Estou muito de saco cheio de fazer esse tipo de coisas administrativas, fora das funções como controlador. Talvez seja um período de desintoxicação mesmo.

E ainda vem falar em precisar de adjunto. To fora!

Fato é que lá é o nosso lugar e quero que fique cada vez melhor. Talvez os pacientes possam ajudar com isso em algum momento.

Tinha bem mais coisa pra escrever, mas vou ficar por aqui. Depois, se eu tiver tempo, eu divido mais com vcs as coisas.

Valeu!



sexta-feira, 6 de abril de 2018

Semana de recomeços e problemas


Bom dia, galera. Achei que não ia conseguir escrever  hoje, dada a correria que tem sido minha vida nos últimos dias (e até semanas). mas vou escrever rapidinho pra vcs como foi essa semana. Como viram no penúltimo post, o consultório novo ficou pronto. Mais ou menos...

Efetivamente ele ficou muito bonito. Os pacientes que foram lá o acharam muito "chique". Enfim, esse era o objetivo e realmente gostei. A arquiteta colocou uma decoração interna bem bonita e combinando. Primeira impressão 10.

Porém, com o uso, comecei a sentir que não estava tão bom assim. Faltaram gavetas, ar condicionado não está funcionando, ela colocou uma decoração CARA e que não vou pegar. Talvez eu cague a combinação que ela fez, mas é a vida.

Quadros de abusivos R$ 1300,00 com uns desenhos esquisitos, alguns com molduras de papel. Claro que combinam com o ambiente, mas não vi ganho nisso.

Tem uma arara, que já não gosto, mas estilizada, diferente, esquisita. Não rolou.

Enfim, ficou bonito, mas não tá bem a minha cara. Normal, ela mesmo previu isso, já que falou com a amiga que a gente iria avaliar.

Se os maiores problemas fossem esses tava bom...

ECONOMIA BURRA É FODA


Sabe quando vc comete aquele erro de avaliação e depois fica puto com você mesmo por causa disso?  Pois é. Ainda que eu tenha sido induzido ao erro, minha avaliação poderia ser feita de forma diferente.

Uma das coisas que eu mais gosto é estar em um ambiente fresco. E a ideia de um ar condicionado foi bem aceita por mim quando decidimos ir para o ambiente. Pois bem, aceitei a ideia que o ar estava funcionando e não montei minha sala pra ter um ar novo.

Bom, um ar novo como o da sócia saiu por quase R$ 4000,00. Acho isso muito caro, mesmo que trazendo conforto. E, além disso, tendo um ar funcionando, ainda que podendo ser um pouco barulhento, achei que o custo benefício seria bom. Se estivesse funcionando, seria.

Esta merda deste ar não está funcionando. Talvez eu possa falar com a administradora do apartamento a respeito, mas o resultado inicial é fica sem ar condicionado, no calor que fez ontem.

Ou seja, vou ter que pagar a porra do ar novo de qualquer jeito e ainda vou ter que fazer obra na minha sala... DE NOVO. Que foda.

Mas desopilei com isso, não quero pensar, bem porque curitiba está entrando no outono e faz frio aqui nessa época. Talvez o ar não seja tão necessário assim, afinal de contas.

Quando esse problema foi resolvido na minha mente, eis que surge outro pior, que deixou o ar pequenininho...

CONFIAR SEM ACOMPANHAR NÃO TEM BOM RESULTADO


Antes eu tivesse ficado desconfiado como esse gato aí. Mas tem coisas que não dá pra fazer. Mesmo que se queira. Enfim, estamos com um problema documental e burocrático no consultório, em parte por causa da contadora que é enrolada (e enrolona) e parte por causa de uma rigidez governamental que irrita qualquer cristão na face da terra.

Fato é que a coisa ficou confusa, não sabemos quem é responsável pela merda, mas ficamos em um impasse que a contadora disse, apesar de tudo, que ia resolver. Para evitar qualquer tipo de problema, dessa vez cabe um acompanhamento mais de perto.

A máxima que é o dono que engorda o boi é válida, principalmente quando vc não tem tempo pra acompanhar coisas e confia cegamente nos profissionais que contrata (e paga) pra ajudar vc nessas partes, pra que vc possa fazer seu trabalho em paz.

Foi foda. Todo dia saindo tarde do consultório me cansou. Felizmente coisas boas aconteceram também.

RETORNANDO PRO SERVIÇO, DE ONDE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO


Estou tão feliz quando a moça aí, por outro lado. Depois de um afastamento de 8 meses, voltando pra escala de serviço. Minha expectativa (que sei que não necessariamente vai se concretizar) é boa, já que trabalhar na escala gera um ganho de tempo significativo, principalmente em ficar com minha filha, como já falei em outro post.

Não posso reclamar do tempo que fiquei trabalhando no expediente. Produzi bastante, dei muitas contribuições. Mas a sensação de ficar pedindo penico pra ter folga é uma merda. Nunca gostei e nem nunca vou gostar.

Uma vez na escala eu vou ter mais tempo pra resolver meus problemas sem ter que ficar pedindo toda vez. Tento trocar e, se conseguir, vou à luta.

Pois bem, comecei a escala de folga. Bom né? Sobreaviso. Presentinho no final das contas. Se não fosse isso, talvez eu não estivesse escrevendo aqui no Blog agora, já que não vou ter mais esse tempo pra fazer as coisas.

Além disso, outros recomeços estão vindo.

ATUALIZAÇÃO, DEPOIS DE TANTO TEMPO


Amanhã eu inicio uma formação em terapias de terceira onda, dentro da terapia comportamental. Faz tempo que eu preciso fazer algo a respeito e estava adiando. O foda é que veio tudo junto. Mas não dava pra deixar passar.

Espero que eu tenha condições de me dedicar direito. Ando cansado. Mas pra estudar acho que tenho energia. Vou ver amanhã.

Pra variar, tomei um balão... bom, eu já esperava, tanto que antes de fazer o depósito eu já tinha pensado em esperar um pouco. Enfim, paciência. Eu já sabia que ela tinha esse defeitinho de furar em cima da hora.

Nesse caso até compreensível. Ela está com muita coisa pra fazer. Mas broke my legs.

Enfim, Aconteceram muitas outras coisas que eu não relatei, mas não vou ter tempo de escrever mais. Acho que já foi o suficiente pra vcs saberem o que está acontecendo por aqui depois desse tempo sem escrever.

Amanhã eu escrevo mais, tento colocar coisas mais reflexivas do que relatos, valeu?

Até mais. 

sexta-feira, 30 de março de 2018

Bate papo entre amigos


Tive um dia bom hoje. Não foi um dia administrativo na essência, mas tudo bem. Podia ter feito um post bem legal pro Terapia ou pro Ipp, mas acabei optando por divulgar outras coisas no Facebook, coisas que interessam bastante às pessoas. O vídeo da depressão da Lady Gaga e dos outros artistas foi bem acessado.

Acho que caiu no gosto da galera, já que vídeos caem bem. E hoje me posicionei em vários bate papos com a galera. Gostei disso também. E basicamente vou falar sobre isso aqui. Deixei de falar sobre outras coisas, mas o assunto aqui também é interessante. Pelo menos pra mim.

Quando vc está em um local público como o Facebook, sua opinião ecoa. Ela não volta mais. Então normalmente eu tenho o cuidado de não expor muito certas opiniões, já que certamente serão mal interpretadas.

Não quer dizer que eu tenha medo de falar o que penso. Acho essa afirmação até engraçada, já que eu já tive a fama de "tio mau". Não me escondo de falar nada o que penso. Nesse caso do Facebook, além de ser uma postura mais voltada pro profissional, tem como objetivo evitar conflitos desnecessários. Já comprei briga demais e agora não estou mais a fim.

Entre os assuntos que eu discuti, está a tal da ideia de um governo militar.

NA ÉPOCA DOS MILITARES QUE ERA BOA A VIDA


Eu sou um militar relativamente jovem. Entrei no quartel depois da abertura, já estávamos com um presidente civil (ainda que não eleito diretamente. Aliás, um vice-presidente, já que Tancredo tinha morrido por doença desconhecida). Não tinha o espírito do pessoal de 64.

Mas passei por toda a década de 70, que não me recordo muito e década de 80,  essa sim basicamente militar, mesmo depois de 85, quando aconteceu a eleição indireta.

E devo admitir que, realmente, mesmo o Rio de Janeiro, era um lugar seguro. Mas não posso dizer que isso acontecia simplesmente por causa dos militares. Eu não me lembro de ver tanques nas ruas ou segurança extra. O que havia era a polícia militar e olhe lá.

Talvez a sensação geral de segurança seja muito mais pungente do que a segurança em si. Não se cometia crimes porque simplesmente não se cometia.

No meu bairro havia um costume que pode ser chamado até de bárbaro, mas funcionava: quando aparecia um ladrão de casas, ele aparecia, misteriosamente, dentro do bueiro em estado não muito agradável. Como acontecia, ninguém estava interessado.

Talvez mais isso do que a época de militarismo no poder facilitasse essa sensação de segurança no bairro. Mas a sensação era de segurança em qualquer lugar. Não lembro de ter medo de ir pra Taquara ou pro Soeiro do jeito que tive agora, mesmo depois do assalto em 84. Estava voltando da Academia e dois malucos numa moto - nessa época já tinha essa merda - abordaram eu e o cara que trabalhava comigo, voltando da academia. Esse melhor filho da puta me deixou sozinho pra morrer, mesmo depois dos caras falarem que iam atirar em mim.

Esse cara era o mais egoísta de todos que conheci na minha vida mesmo. Nem vem ao caso contar essas histórias. Ele era um babaca e me sacaneou várias vezes. Mas agradeço a ele a última. Se não fosse a puxada de tapete, no trabalho, eu não teria tido a coragem de sair da porra do Caldelas. Eu não teria ido pro Unidos e me divertido e conhecido tanto da vida se não fosse por isso. Agradecido, seu mané.

Aliás, esse foi mais um exemplo na minha vida de uma situação ruim que depois foi muito boa pra mim. E que eu ficar me preocupando com algumas pessoas e situações não faz o menor sentido. Eles não estão nem aí pra você. Isso é uma pena. Mas é verdade. Por outro lado, te dá uma sensação de liberdade bem boa.

Viajando um pouco, essa sensação aconteceu várias vezes na minha vida e eu não penso nela pra analisar com mais cuidado. Mas agora não é a hora.

Enfim, esse tipo de sentimento é bom porque faz com que pensemos de uma forma diferente a situações que parecem serem essencialmente ruins. Não são. Podem acreditar. Foda que na hora que acontecessem é uma merda.

Por outro lado, depois da abertura, com o Sarney fazendo merda na política econômica, aconteceram vários tipos de problemas decorrentes de péssimas decisões. Desabastecimento por causa da porra do congelamento de preços e a famigerada fila do feijão, que vivo falando quando vejo uma. Além disso, a farsa dos fiscais do Sarney e outras bostas que nos quebraram e fizeram a gente chegar na hiperinflação e no investimento que enriqueceu muita gente já rica, o instrumento overnight, que no fim não dava nada pra pobre, mas a gente achava que dava.

Ou seja, apesar de ter boas lembranças dessa época, não posso dizer que sim nem que não a respeito. O governo não fedia nem cheirava, como deve ser. Não era esse circo atual.

Mas tive outros papos.

FALO OU NÃO FALO - ESSA É UMA DÚVIDA


Sou um cara muito discreto. Você que lê este blog sabe disso. Apesar de já ter mais de 100 posts, pouquíssima gente chega até eles e eu não divulgo NADA. Sempre foi o objetivo ser assim, ainda que eu ache que algumas ideias que eu tenho aqui mereceriam uma discussão com gente interessada e as pessoas saberem o que penso.

Mesmo assim, a ideia de simplesmente mostrar o blog pro mundo não me parece tão boa assim. Em alguns posts eu talvez extrapole o senso comum e posso incomodar amigos. E como não gosto de críticas, pode gerar algum tipo de estresse que também não estou a fim de ter.

Mas aqui a preocupação é a crítica vazia e a consequência disso: brochar para continuar escrevendo. Além do que, o conteúdo editorial não é uma Brastemp... ainda que eu ache bom em alguns momentos. Mas o objetivo de um Blog pessoal não é ser perfeito, é ser um local de falar o que pensa e foda-se. Pra isso, está ótimo.

Como estou editando o texto, pra deixar mais compreensível, percebi que estou dizendo que estou muito preocupado com a opinião dos outros. Não estou. Mas também estou vendo quão crítico sou de mim mesmo. Isso pode ser um problema comigo. Não penso exatamente assim sobre meus escritos, mas falando dou uma impressão errada. Interessante.

Pois bem, a dúvida começa quando pensei em divulgar o novo consultório no Facebook, mas estou arredio com essa ideia. Pode ser que atraia muitos invejosos e não sei se estou a fim de ter minha vida exposta pra gente que eu não sou tão chegado assim e que, não sem bom motivo, pode achar que estou BEM e usar isso contra mim de algum jeito. Inveja é uma merda.

Não será novidade isso acontecer, principalmente no quartel. Era outra época, mas o temor existe e qualquer coisa que eu fizer que não envolva quartel é muito bom. São duas vidas diferentes e misturar não me parece uma boa ideia. Muita gente mal amada pode criar problemas pra mim.

Talvez eu dê uma palhinha e divulgue nas páginas do Facebook do Terapia, mas principalmente no Instituto de Psiquiatria.

Enfim, dúvida. Provavelmente serei mais conservativo. Como fala meu amigo Pesenti, "tipo assim, melhor não".

Depois, veio o papo com a Thaís sobre Coaching na novela e Terapia.

VOCÊ PRECISA DE UM TREINADOR OU DE REFLEXÃO?



Continuando, depois que eu trabalhei com RH eu me achava "meio" COACH. E, enfim, eu não sou e não quero ser isso. Esse cara aqui embaixo explica melhor o que ser esse profissional.

Como eu não assisto novela, não fiquei sabendo de nenhum tumulto. Em outro vídeo dele ele explica a diferença, na visão dele. Achei bastante razoável a explicação. Não pensei a respeito profundamente pra ter algo que possa ir de encontro ao trabalho dele.

Como ele disse, coaching não é pra trabalhar transtorno. Ele trabalha o presente, com vistas ao futuro. EPA, isso é terapia cognitivo comportamental. Ou terapia comportamental. Mas cada um com suas técnicas.

O engraçado é que fui ver o vídeo do Pondé a respeito e ele fala das terapias profundas. Ele está falando, obvio, das terapias clássicas, psicanálise, analítica e por aí. Também achei coerente, mas aparentemente ele desconhece o que é profundidade em outras linhas. Ou, como é normal, eles falarem mal do que não entendem. Olha aí o vídeo.


Enfim, por que falei sobre isso? Porque comentei a respeito em um post e a Thais, que normalmente não fala nada a respeito, meio que fez um comentário discordando, de maneira bem educada e legal. Respondi a ela minha opinião, diferente da dela, mas comentando se ela achava que era algo que se anulava.

Entendi que, sendo ela psicanalista, o trabalho com a transferência fica prejudicado fazendo os dois caminhos, que foi minha sugestão. Mas quis pontuar que, sendo feito o trabalho de atendimento de traumas, um psicólogo com a formação de coach seria o caminho ideal.

Fechado o assunto, concordamos, seguimos amigos. Vamos embora. Cada um no seu quadrado.

Nesse vídeo que coloquei acima ele não fala da polêmica, mas em outro, na internet, ele fala da Globo colocar o assunto no ar e está, claramente, querendo capitalizar o assunto para os coaches. Entendo perfeitamente. Afinal, alguém pagou pra que aparecesse o nome da profissão e tem SIM que ser usada. Marketing é pra isso. Só não pode fazer merda.

Não é a primeira vez que a Globo faz merda. E não será a última. Pelo menos os conselhos de psicologia estão de olho. Pelo menos.

Também, postei uma frase sobre falar com os amigos e dois falaram comigo. Achei legal. Surpresa.

AS PESSOAS QUEREM FALAR CONTIGO


Fiquei surpreso com o resultado da minha postagem. Eu estava meio puto com um deles e ele puxou assunto comigo. Acho até que poucas vezes na vida fiquei ressentido com alguém. E com esse amigo eu estava, além do óbvio alvo que é o outro. Mas não gosto de me sentir assim. Não é saudável pra ninguém.

Mas eu sentia e sinto assim. Mas me aliviou ele conversar comigo. mas provavelmente ele também está chateado. O nome do post era: fale com alguém que vc não fala faz muito tempo. E com ele é um  bom exemplo.

Estou em dívida com ele. E ele é vingativo, de dar exemplo e falar mesmo. Gosto muito do maluco.

Gostei que ele tenha feito isso. Está me fazendo pensar a respeito de conversar com os amigos. Mas eu falo tanto todo dia que nem sempre eu estou a fim de conversar. Sinceramente. Não falo isso com prazer. Mas é verdade.

Tenho me isolado em alguns momentos. Mas isso é assunto pra outros post.

Também conversei com o Elinho, amigo meu de infância. Não falamos muito, mas ele falou: faz tanto tempo que já sou até pai. Que orgulho do moleque. Ele é da época do meu irmão mais novo, mas já brinquei muito com ele e na casa dele, principalmente de ping pong.

Enfim, só sei que foi um dia bem produtivo do ponto de vista social também. Adorei.

Valeu!!!

Finalmente!!! A novela do consultório teve seu desfecho


SAIU!!! Finalmente o consultório ficou pronto. Ontem já poderia ter ido lá pra conhecê-lo. Mas depois de tanto tempo, achei que seria justo eu esperar pra Carol ir comigo, na segunda-feira. Agora falta levarmos nossas coisas e acertarmos o que falta pra que tudo dê o mais certo possível.

Porra, vcs acompanharam o sofrimento que foi esperar (e pagar) pra esse consultório sair. Ainda estou meio cético em relação a ele. Mas as indicações é que está "LINDO". Bom, a arquiteta disse que estava ficando e ela é uma pessoa muito boa no que faz. Mas estou esperando.

Eu desabafei, na ida à praia (que vou relatar aqui em posts posteriores), para meu cunha, Almir Maia, sobre isso. Não somos os melhores amigos do mundo, mas naquele momento eu achei que seria uma boa ideia compartilhar minha angústia. Ele também está passando um perrengue  na vida e achei que seria uma boa forma de conectarmos e entendermos o problema do outro.

Passei muito tempo em uma situação financeira muito complicada. Depois que cheguei em Curitiba dei uma despirocada na cabeça e achei que era o momento de aproveitar tudo que não tinha aproveitado até então. Na verdade, a porra da solidão de quando eu era moleque era atroz.

Mas esse não é o tema desse post. Na verdade, essa "despirocada" na cabeça que eu dei me levou a uns 10 anos de esforço e sofrimento pra pagar as dívidas que fiz. Não posso reclamar, aprendi muito. Hoje nem pensar em me foder tanto quanto antes. Mas situações em que posso ficar sem grana ainda me apreendem muito.

E nem é o caso, pelo menos do jeito que fiquei. Tive que me endividar pra que o lugar ficasse legalzinho. Ou muito bom. Mas precisava de uma mudança. Mas o gasto me assustou muito. Foi a primeira vez em muitos anos que tive que "melhorar" na marra. Olha, às vezes esse é o único jeito da gente sair da porra da inércia.

Enfim, acabou a sangria inicial de dinheiro. Falta agora só a recepção e as poltronas do consultório, que se forem caras eu mesmo vou escolher as minhas.

Aí, tivemos que fazer a mudança do IPP...


MUDANÇA É BOM... MAS TAMBÉM É RUIM


Depois disso, segundo minha mulher, fiquei obsessivo em ter um quadro desses aqui em casa. Fiquei mesmo. Mas eu já estava antes. Só não tanto porque estava certo que poderia trazer este de lá pra cá. 

Se tinha uma coisa que eu gostava na localização do outro consultório, por incrível que pareça, essa esse quadro. Volta e meia eu o usava para escrever algo importante relacionado a aprendizado.

Interessante a facilidade que ele me dava pra organizar minhas ideias. Essa foi a última coisa que escrevi nele.

Comecei uma escalada de procurar quadros. Talvez eu seja muito apaixonado por algumas coisas, mas de repente me deu uma vontade de fazer as coisas e eu sei que preciso aproveitar esses momentos. Senão, eu deixo passar e até me dar vontade de novo é muito tempo de reflexão. 

Talvez eu nem precise do quadro. Talvez ele fique parado aqui no corredor, já que o ambiente é bem diferente do IPP. Mas, de alguma forma, a lembrança do uso que eu fiz já me deixa com saudade. 

Por causa desse quadro eu estudei Marketing Digital e hoje, felizmente, os sites do Instituto, o Instituto e o Terapia cognitiva estão na primeira página do google. Para a palavra chave principal, não, já que tem outros players, mas está em terceiro e quarto, o que já é muito bom. E eu nem me empenhei tanto assim. 

Enfim, fora a questão do quadro, que to vendo que é melhor comprar, depois de falar com meu marceneiro, o Instituto ficou parecendo isso aqui:


Ainda que nós organizamos... é um pouco triste ver o lugar que passamos um bom tempo por esses últimos 7 anos, mas tenho fé que vamos pra um lugar melhor. Pelo menos na aparência.

ESTAMOS EM ABUNDÂNCIA

Escutei essa frase da Carol incessantemente. Acho que introjetei esse negócio. Consegui me desligar lá do IPP até que sem muito lamento como das outras vezes. Pra falar bem a verdade, não vou sentir muita falta AINDA. E talvez nem sinta, muito, se o novo consultório for tão legal quanto era lá - ou melhor. 

Depois dos acontecimentos relacionados a segurança lá perto, o medo que senti de ser assaltado ao sair de lá muito tarde, acho que realmente deu a hora de mudar. 

Tínhamos vários problemas por lá que não eram tão grandes, mas que no conjunto da obra, cansavam. Mas a questão da segurança foi primordial. 

Enfim, segunda-feira as 10:00 horas da manhã irei conhecer meu novo ninho. Que seja aconchegante e confortável. 

Segunda posto pra vcs as fotos. 

Valeu!!!


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