quinta-feira, 6 de outubro de 2016

É bom estar em dúvida?


Pode parecer estranho, mas estar em dúvida não necessariamente guarda qualquer tipo de problema em si, apenas pode ser que crie momentos de indecisão que, não raramente, são causadores de ansiedade.

Por outro lado, estar em dúvida sinaliza opções, escolhas. Ter opções é bom, ainda que escolher entre as que tem possa não ser. E é nesse estado que me encontro.

Estou estudando muito sobre vários assuntos e tenho sentido ultimamente um problema crônico de falta de tempo. Não, não é reclamação. Minha falta de tempo se dá devido à um "excesso" de atividades, que, óbvio, eu criei quando optei por ser psicólogo e controlador de voo ao mesmo tempo. As duas atividades, hoje, estão super bem equilibradas. Porém, não há espaço pra incluir mais quase nada, principalmente porque eu quero também estar com a minha família, como tenho estado nos últimos tempos.

A dúvida que estou falando não é sobre trabalhar nas duas atividades ou não. Por enquanto isso não é um problema "sério". A dúvida se dá em termos de qual o primeiro passo pra começar a terceira atividade (que, na realidade, se relaciona com a psicologia em muito) após a aquisição do curso do Consultório 2.0. Tenho assistido às aulas lá e tenho gostado muito. Mas aí começa o problema.

Comecei o site no Canvas.com, com a intenção de levar pro Lander e parei na hora de colocar a parte final e de lá não saí. Também não sei se está bom o suficiente.

Já vi os vídeos de marketing e sobre os conteúdos mas me sinto perdido em qual conteúdo focar ou, realmente, se tenho algo a escrever (o que já é desmentido por esse post).

Não sei se os assuntos que vou abordar são os que o público quer ver. E não sei se as pessoas vão gostar do que escrevo.

Fico em dúvida qual atividade, livro, blog, etc., ler. Na dúvida, estou mantendo o padrão de jogar CS:GO todo dia. Ontem eu me prontifiquei a não fazê-lo muito e consegui. Fui pra cama com as meninas. Mas não gostava do the voice...

Hoje de manhã perdi um tempo danado meio que perdido, ainda que tenha pago algumas contas e feitas as transferências que já passavam da hora.

Cheguei mais cedo hoje aqui e não sei o que focar pra sair algo pronto.

Ou seja, estar em dúvida é bom, mas também não é.

E se eu olhar para as escolhas que eu tenho e optar, sem muito critério, apenas escolher um assunto e mandar bala? Talvez se eu aumentar minha capacidade de escuta sobre meus pensamentos eu consiga parar de sabotar a mim mesmo nesse tipo de atividade.

Bom, pra pensar mesmo isso.



domingo, 18 de outubro de 2015

Tudo novo

Pois é. Tudo na vida muda. De certa forma vou ficar com saudades do formato anterior do blog. Ele era retrô, mas era legal. Apesar disso, devo admitir que esse novo formato sugerido pela Jô e pela Lelê (que está variando seu humor hoje como uma adulta... aff) ficou bem bom. Dá um trabalho danado ficar mexendo em blog. Pelo menos esse não é pago e não tem a pretensão de sê-lo. E continua sendo um blog pessoal. Ainda estou decidindo se coloco link pra redes sociais ou algo do tipo. Não sei se quero. 

    Enfim, pra que eu quero um blog? Sei lá. Pra dividir as ideias, pra colocar alguns assuntos em pauta, pra levantar questões, pra lembrar depois, pela história... enfim, motivos são vários. Aproveitando que já havia todo um pano de fundo antigo desse blog, decidi por reativá-lo até quando eu tiver saco. 

   Iniciando as descrições, posso dizer com muita tranquilidade que muitas das questões que eu levantava aqui até então foram resolvidas ou nem sequer são importantes a ponto de serem um problema. É como eu gosto de acreditar: os problemas são contextuais e, quando colocados dentro de seu tempo, podem fazer sentido. Mas a evolução natural das pessoas deve ser capaz de resolvê-los sem maiores sacrifícios. 

   Não sei se colocarei posts pessoais ou profissionais ou os dois aqui. Só o tempo vai dizer. Mas não quero ficar perdendo tempo configurando o site como fiz no wordpress. Levantar do zero um site e vem um hacker filho da puta e te esculacha a parada brocha qualquer cristão. 

   Aliás, a vantagem desse tipo de blog ser pessoal acaba de acontecer. Aqui não preciso me preocupar muito em moderar palavras. Se não gostar do que ler aqui, a porta da rua é toda sua, ok? Mas se não encher o saco, sem crise. 

   É isso mesmo,  não estou querendo críticas por aqui. Aliás, estou com vontade de tirar comentários, até porque não quero opinião sobre o que escrevi. Se eu quiser opinião eu pergunto. 

   Meio agressivo, não? Pois é. É mesmo. Quero ninguém me apurrinhando não. Minha paz não está à venda. 

   Ah, se vcs querem ver como analistas de mercado fodem a vida de vcs, assistam The boiller Room. Tem um monte de gente boa, inclusive Ben Afleck. Fiquei agoniado com... não vou estragar o filme. Quem me conhece depois me conta o que achou. 

    Boa semana pra todo mundo e agora vou jogar Dragon City. 

    Abraço!!!
 

domingo, 2 de agosto de 2015

Domingão, final de noite

Só passando pra dar um alô. Faz tanto tempo que não posto nada que resolvi só testar pra ver se eu ainda sei como fazer isso.


O Tempo passou hoje de um jeito que eu nem vi. Faz mal não, eu não estava com pressa mesmo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Amor condicional, aceitação incondicional

Chama muito a minha atenção, em todos os momentos da minha vida, o paradoxo humano entre ter esperança e, ao mesmo tempo, ter uma visão pessimista de si mesmo. A natureza humana é realmente muito rica. 
Quando crescemos, estamos o tempo todo sendo ensinados a consertar o que erramos. Mas, quando já sabemos o que é errado, parece que nada do que é certo tem qualquer valor. Aí, de alguma forma, aprendemos que é importante ter esperança, que uma hora, um dia, por intervenção divina ou qualquer outra coisa, as coisas vão dar certo. Ou seja, dar certo não está bem claro, mas deve ser alguma coisa que virá em algum momento. Intrigante ver que, dar certo, pode ser fazer errado, já que se não deu certo quando fizemos o que aprendemos, quando é que vai dar certo?
Com esse dilema eu tenho visto muita gente muito boa sofrendo porque tudo o que faz ou é errado, ou é exagerado, ou incomoda ou qualquer coisa que está errada aos olhos do outro e que, infelizmente, assumimos como errado de forma geral. Somos errados, a não ser que atendamos o desejo do outro. 
Nossa autoestima, essa tão falada característica, tão divulgada e "fortalecida" pela mídia, depende inicialmente do que aprendemos que somos, pela mediação dos nossos primeiros amores, que tanto nos amam (se fizermos o que eles quiserem, senão somos "ruins"). Aí, quando crescemos, repetimos a fórmula, que dá certo de vez em quando, mas que ao menor sinal de limites, de negação, passamos a sermos pessoas erradas, chatas, inflexíveis, como se a flexibilidade combinasse com a aceitação das condições de outrem. O dilema se instaura : respeitamos quem somos e impomos limites ao desrespeito alheio ou nos resignamos e fazemos o que os outros querem, para sermos aceitos. 
Engraçado o conceito de aceitação condicional. Só te aceito se vc fizer o que eu quero. Então, na realidade, eu finjo que te aceito, mas guardo na manga a pancada: vc não era aquilo que eu pensava, logo... como 99,9% das pessoas tem medo de rejeição, muito dificilmente essa fórmula (brilhantemente utilizadas por mamães e papais) dá errado. Isso é liberdade?
Por isso que eu sou uma pessoa que gosta de correr riscos e que, apesar de também ter medo de ficar sozinho, ser abandonado, de ser uma pessoa rejeitada, sigo o que acredito e falo o que penso. Gostaria que fosse engraçado ( e a expressão nem sempre está errada) como falamos, mas quando não deixamos as pessoas ultrapassar os nossos limites, elas acabam se aproximam mais. Percebem, de alguma forma, que não deixaremos que elas determinem nosso destino. E, não raras vezes, passam a apoiar nossa iniciativa. Parece que somos um modelo de como elas gostariam de conduzir sua vida. Será que elas precisam de modelo ou de repensar o que elas acreditam???


Post meio bebum, mas plenamente consciente (se é que isso existe realmente).
 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dia de sentimentos contraditórios

Dia de sentimentos contraditórios hoje. Teve de tudo, ri à beça e saí com um sentimento muito ruim. Claro que não é novidade, mas me dá uma sensação muito ruim por não conseguir bloquear isso e seguir bem o resto do período. De qualquer forma, consegui resolver as coisas de forma e não precisar destilar o meu mau humor em ninguém.

Agora que é chato ter que ficar lidando com isso, é. Não precisaria ficar assim se eu tivesse estabilidade no que eu faço e na forma como eu conduzo minhas atividades. Mas é complicado fazer algo quando não se tem tempo. Estava pensando mesmo que só conseguimos realmente ganhar dinheiro quando pensamos. Como diz o Christian, quando vc trabalha demais não tem tempo pra ganhar dinheiro, que geralmente depende de um planejamento e de tempo pra pensar sobre o que pode fazer a respeito.

Devo admitir que achava que já estava na hora das coisas serem diferentes. Aparentemente não. Enfim, posso lamentar e não fazer nada a respeito ou buscar uma solução. Eu até consigo ver algumas, mas a grande dificuldade é que não sei se vou conseguir dar continuidade ao processo e isso vai me deixar mais chateado ainda.

Lamento antigo, problema antigo, solução antiga. Algo nesse contexto precisa mudar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Primeiro post iPad

Usando o app blogger do iPhone no iPad e esta funcionando bem. E continua a contagem regressiva pro show da Sade.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

    Bom, retorno ao assunto que ontem tive o prazer de postar: minha ida ao show da minha musa, Sade Adu. Eu devo admitir que nunca imaginei que ela viesse aparecer pelo Brasil, ainda que eu saiba que o público dela aqui é muito grande. Não conheço ninguém que não tenha escutado e gostado das músicas dela, ainda que alguns tenham o disparate de dizer que é música de Motel. Apesar de achar que o ritmo ajuda no rala e rola, esse ritmo meio jazz, meio blues, meio world music dela encanta qualquer que tenha o mínimo de bom gosto. 
    Minha história com a Sade inicia nos idos de 1992 (e agradeço ao meu amigo Jorge por isso. Ele também me apresentou o Air Supply, mas ninguém é perfeito, afinal. rs). Love at first sight (amor à primeira vista, se é assim que se escreve em inglês. Se não, amigos, me avisem para que eu possa alterar e aprender com vcs) ao escutar essas músicas. Elas embalaram muitas vezes as minhas idas e voltas ao Rio de Janeiro, em um período que o Rio era o meu país e qualquer outro lugar do mundo ou era ruim demais, ou chato demais ou longe demais. Enfim, escutar o som dela no domingo já me fazia sentir uma grande tristeza, porque eu fiz uma associação direta da volta pra Curitiba, já que era líquido e certo eu escutar o cd Love Deluxe dela, no meu antigo Walk Man (nessa época já existiam os cd´s de música, mas eu não tinha grana pra comprar um disk man, ainda).

Mesmo hoje, depois de tanto tempo escuto frequentemente suas melodias. E, depois de tantos anos, quando retorno do rio, sempre coloco a Sade para me acompanhar no retorno. Sua companhia, apesar de trazer uma certa melancolia, sempre me faz lembrar que aquilo que um dia não foi tão bom, hoje não detém o mesmo status. Retornar para Curitiba, que agora chamo de casa, é um bom prazer (exceto quando está um frio do cão ou chuva a rodo, o que invariavelmente são 200 dias por ano. rsrsrs).

Deixo pra terminar um vídeo dela, da música que estava falando.

video



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...